O autor
André Maia Schetino (contato@ateondedeuprairdebicicleta.com.br)
Mineiro de Belo Horizonte, professor universitário, amante das viagens e das bicicletas (de preferência juntas). Minha história com a bicicleta começa cedo, como grande parte dos garotos, andando de bicicleta com rodinhas (tinha uma Monareta azul). Mas foi na época da faculdade, por volta de 2001, que passei a utilizar a bicicleta como meio de transporte, além de passeios e pequenas viagens. Meu interesse cresceu tanto que extrapolou as pedaladas e se transformou em um estilo de vida. Hoje, aos 31 anos e apesar de todo o trabalho, procuro sempre ter uma bicicleta por perto.
Alguns de meus trabalhos sobre bicicleta/ciclismo:
- Livros:
“Pedalando na Modernidade: a bicicleta e o ciclismo na transição do século XIX para o XX”
Rio de Janeiro: Editora Apicuri, 2008. 104 páginas.
O livro retrata o final do século XIX, início do XX e investiga a criação e a introdução de um novo meio de transporte: a bicicleta. O texto compara como esta nova forma de locomoção adentra o cotidiano das cidades de Paris e Rio de Janeiro. Em Paris a bicicleta se populariza rapidamente, logo se tornando um importante meio de transporte para a população e o ciclismo se torna um dos símbolos da identidade nacional francesa. No Rio de Janeiro, o contexto econômico e social fez com que a bicicleta fosse por muito tempo um artigo de luxo, reservado às elites da cidade, e o ciclismo, por sua vez, encarado como um espetáculo ainda distante da maioria da população.
Veja uma entrevista para o site OndePedalar
- Trabalhos acadêmicos
O cicloturismo como vivência crítica e criativa de lazer – Monografia de Especialização em Lazer (UFMG, 2006).
Pedalando na Modernidade: a bicicleta e o ciclismo em Paris e no Rio de Janeiro na transição do século XIX para o XX – Dissertação de Mestrado em História Comparada (UFRJ, 2008).
- Outros blogs/sites onde escrevo:
Blog História(s) do Sport – Blog do Laboratório de História do Esporte e Lazer da UFRJ.
Meu Bairro é Mais – Coluna “Esporte, Lazer e Diversão: por que não?”









